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1.
Hig. aliment ; 32(286/287): 28-32, dez. 2018. tab
Artigo em Português | LILACS, VETINDEX | ID: biblio-1481865

RESUMO

Perigos químicos, físicos ou microbiológicos podem contaminar os alimentos e causar doenças de origem alimentar. Neste estudo foram analisados os surtos de doenças transmitidas por alimentos notificados no Brasil entre 2015 e 2017. Os resultados indicam que neste período foram notificados 1.758 surtos. O maior número de surtos ocorreu na região sudeste 37,1 %. Os locais de ocorrência dos surtos aconteceram em maior número nas residências (34,3%), restaurantes, padarias e similares (17,1 %) e 16,7% dos locais de ocorrência não foram identificados. Os alimentos mistos foram os mais envolvidos (13,6%), seguidos pela água (8,4%), carnes vermelhas (3,3%), leites e derivados (3,1%) e frutas (1,2%), sendo que em 66% dos surtos, os alimentos responsáveis não foram identificados. Os surtos foram principalmente de origem bacteriana, seguido por vírus e protozoários. No presente estudo, o micro-organismo causador do maior número de surtos foi a Escherichia coli (8%), seguido da Salmonella sp. (4%) e Staphylococcus sp. (3,9%), vale salientar que o agente etiológico não identificado, obteve o maior percentual com 74%, porém tal fato se deve ao atraso ou à inexistência das coletas, tanto clínicas como bromatológicas. Diante da análise dos dados, conclui-se que a maioria dos surtos de origem alimentar notificados no período apresentou resultados inconclusivos em relação aos micro-organismos e alimentos causadores destes, salientando, portanto que os órgãos fiscalizadores devem se preocupar em criar estratégias que possibilitem diminuir essas incidências inconclusas que interferem negativamente na possibilidade da criação de intervenções para minimizar a ocorrências destes tipos de surtos.


Chemical, physical or microbiological hazards can contaminate food and cause food-borne diseases. In this study we analyzed the foodborne disease outbreaks reported in Brazil between 2015 and 2017. The results indicate that in this period 1,758 were reported outbreaks. The largest number of outbreaks occurred in the southeastern region 37.1%. The locations of occurrence of outbreaks occurred in greater numbers in the residences (34.3%), restaurants, bakeries and similar (17.1 %) and 16. 7% of occurrence sites have not been identified. The mixed foods were the most involved (13.6%), followed by water (8.4%), red meat (3.3%), milk and dairy products (3.1%) and fruits (1.2%), and in 66% of the outbreaks, the food responsible have not been identified. The outbreaks were primarily of bacterial origin, followed by viruses and protozoa. In the present study, the microorganism which caused the largest number of outbreaks was Escherichia coli (8%), followed by Salmonella sp. (4%) and Staphylococcus sp. (3.9%), it's worth pointing out that the Etiologic Agent not identified, obtained the highest percentage with 74%, however such fact is due to the delay or the absence of the collections, both clinics as qualitative characteristics. On the analysis of the data, it is concluded that the majority of food-borne outbreaks reported inconclusive results regarding the microorganisms and foods that cause these, stressing, so that regulatory agencies should be bothering to create strategies to decrease these incidents that interfere negatively inconclusive negotiations on the possibility of creating interventions to minimize the occurrences of these types of outbreaks.


Assuntos
Humanos , Doenças Transmitidas por Alimentos/epidemiologia , Doenças Transmitidas por Alimentos/etiologia , Infecções Bacterianas/epidemiologia , Surtos de Doenças/estatística & dados numéricos
2.
Hig. aliment ; 32(286/287): 28-32, dez. 2018.
Artigo em Português | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1382225

RESUMO

Perigos químicos, físicos ou microbiológicos podem contaminar os alimentos e causar doenças de origem alimentar. Neste estudo foram analisados os surtos de doenças transmitidas por alimentos notificados no Brasil entre 2015 e 2017. Os resultados indicam que neste período foram notificados 1.758 surtos. O maior número de surtos ocorreu na região sudeste 37,1%. Os locais de ocorrência dos surtos aconteceram em maior número nas residências (34,3%), restaurantes, padarias e similares (17,1%) e 16,7% dos locais de ocorrência não foram identificados. Os alimentos mistos foram os mais envolvidos (13,6%), seguidos pela água (8,4%), carnes vermelhas (3,3%), leites e derivados (3,1%) e frutas (1,2%), sendo que em 66% dos surtos, os alimentos responsáveis não foram identificados. Os surtos foram principalmente de origem bacteriana, seguido por vírus e protozoários. No presente estudo, o micro-organismo causador do maior número de surtos foi a Escherichia coli (8%), seguido da Salmonella sp. (4%) e Staphylococcus sp. (3,9%), vale salientar que o agente etiológico não identificado, obteve o maior percentual com 74%, porém tal fato se deve ao atraso ou à inexistência das coletas, tanto clínicas como bromatológicas. Diante da análise dos dados, conclui-se que a maioria dos surtos de origem alimentar notificados no período apresentou resultados inconclusivos em relação aos micro-organismos e alimentos causadores destes, salientando, portanto que os órgãos fiscalizadores devem se preocupar em criar estratégias que possibilitem diminuir essas incidências inconclusas que interferem negativamente na possibilidade da criação de intervenções para minimizar a ocorrências destes tipos de surtos


Chemical, physical or microbiological hazards can contaminate food and cause food-borne diseases. In this study we analyzed the foodborne disease outbreaks reported in Brazil between 2015 and 2017. The results indicate that in this period 1,758 were reported outbreaks. The largest number of outbreaks occurred in the southeastern region 37.1%. The locations of occurrence of outbreaks occurred in greater numbers in the residences (34.3%), restaurants, bakeries and similar (17.1%) and 16.7% of occurrence sites have not been identified. The mixed foods were the most involved (13.6%), followed by water (8.4%), red meat (3.3%), milk and dairy products (3.1%) and fruits (1.2%), and in 66% of the outbreaks, the food responsible have not been identified. The outbreaks were primarily of bacterial origin, followed by viruses and protozoa. In the present study, the microorganism which caused the largest number of outbreaks was Escherichia coli (8%), followed by Salmonella sp. (4%) and Staphylococcus sp. (3.9%), it's worth pointing out that the Etiologic Agent not identified, obtained the highest percentage with 74%, however such fact is due to the delay or the absence of the collections, both clinics as qualitative characteristics. On the analysis of the data, it is concluded that the majority of food-borne outbreaks reported inconclusive results regarding the microorganisms and foods that cause these, stressing, so that regulatory agencies should be bothering to create strategies to decrease these incidents that interfere negatively inconclusive negotiations on the possibility of creating interventions to minimize the occurrences of these types of outbreaks

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